Aula 3 – Regras do Tanto Quanto e Indiferença

Conhecer o fim das criaturas é tão necessário ao homem quanto conhecer o seu próprio fim, pois pode se desviar da finalidade para a qual foi criado fazendo mau uso delas. Para encontrar um equilíbrio no uso de tudo aquilo que o cerca, o homem precisa fazer uso das criaturas tanto quanto o ajudem a atingir seu próprio fim e delas se afastar tanto quanto o impeçam de alcançar essa mesma finalidade. Para isso é necessário ser indiferente em relação a todas as coisas criadas.

Aulas do curso

Bibliografia

AFONSO MARIA DE LIGÓRIO. A Oração. Aparecida: Santuário, 1987.

BÍBLIA DE JERUSALÉM. São Paulo: Paulus, 2008.

CATECISMO DA IGREJA CATÓLICA. São Paulo: Loyola, 1998.

CHARMOT, F. Apelo ao Amor: Mensagem do Coração de Jesus ao Mundo e sua mensageira Soror Josefa Menéndez. Piracema: Littera Maciel, 1998.

CHAUTARD, Jean-Baptiste. A Alma de todo o apostolado. Porto: Civilização, 2001.

CHEVROT, Georges. O Filho Pródigo. São Paulo: Quadrante, 1985.

CORRÊA DE OLIVEIRA, Plinio. Revolução e Contra-Revolução. São Paulo: Editora Retornarei, 2002.

INÁCIO DE LOYOLA. Exercícios Espirituais. São Paulo: Loyola, 2000.

LLANO CIFUENTES, Rafael. Deus e o sentido da vida. São Paulo: Marques Saraiva, 2001.

______. As crises conjugais e os conflitos do amor. São Paulo: Quadrante, 2001.

TANQUEREY, Adolph. A vida espiritual explicada e comentada. Niterói: Permanência, 2007.

TISSOT, Joseph. A arte de aproveitar as próprias faltas. São Paulo: Quadrante, 2003.

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